6.15.2026

AD Limianos sem seniores e sub 23 para a próxima temporada.

 


É ponto assente, conforme confirmou ao Hóquei Minho o ainda presidente Álvaro Miguel que a turma minhota da AD Limianos vai fazer uma pausa nos escalões de seniores e sub 23 para 2026/2027.

Com o objetivo de equilibrar financeiramente o clube, a decisão da atual e futura direção é de parar na próxima época.

" Vamos procurar estabilizar o clube, apostando apenas na formação. É a melhor solução para a Associação Desportiva Os Limianos. Por isso não vamos ter equipa de seniores nem de sub 23. A decisão é a melhor para todos. 

Queremos no futuro ter estabilidade para avançarmos com outros projetos. Neste momento é a melhor solução ".

Este cenário já se adivinhava com as constantes saídas de jogadores e do treinador João Candeias.

Recorde-se que a nível de seniores, a equipa limiana ficou em quarto lugar na terceira divisão nacional e no campeonato de sub 23 chegou às meias finais da competição.


Treinador José Querido deixa o HC Fão


O Hóquei Minhoto apurou que o treinador José Querido não vai continuar ao serviço do HC Fão. 

As duas partes estiveram reunidas, mas não chegaram a acordo para a continuidade de José Querido em Fão

Assim o experiente técnico está recetivo a um novo projeto, depois de ter terminado o seu trabalho na formação fangueira em 10º lugar no campeonato nacional da 3ª divisão, seria A.

Sobe o comando de José Querido, o HC Fão somou em vinte e seis jogos, nove vitorias, três empates e catorze derrotas.

Quanto ao futuro treinador da equipa minhota, este poderá passar por uma solução interna, nomeadamente por um jogador do plantel.


Final Eight Masters + 50 - OC Barcelos ficou em terceiro lugar e perde Taça de Portugal

 


A equipa do OC Barcelos + 50 ficou com o bronze na final Eight na categoria de Masters +50, prova que se realizou no Pavilhão Municipal de Pego em Abrantes.

Os barcelenses venceram o Sport Alenquer e Benfica por 3-1 depois de ganharem ao Alcobacense por 12-4, a Escola Livre de Oliveira de Azêmeis por 2-1 e empataram com o Sporting CP a três bolas.

Na final o vencedor foi o Sporting CP que derrotou o CRPF Lavra por 2-1.

Na decisão da taça de Portugal Masters + 50, os barcelenses não foram felizes e acabaram por ser derrotados por 3-1pelo SL Benfica.

Fonte Masters + 50 redes sociais 


Sub 15 do HC Braga disputam fase final de Campeão nacional

 



A equipa minhota do HC Braga vai disputar o titulo nacional da categoria de sub 15, decisão que se realiza na Parede, linha de Cascais, entre os dias 19 e 21 de junho.

Para chegar a esta fase, o HC Braga realizou as eliminatórias de apuramento com as equipas insulares, vencendo o Marítimo SC por 15-1, a AP Madeira por 4-1 e ainda com o Tomar, derrotando os nabantinos por 5-0.

Antes na zona norte, os bracarenses terminaram no quatro lugar, posição que ditou a disputa as eliminatórias.

Agora na fase final, a turma orientada por Paulo Dias, vai defrontar a AD Sanjoanense, equipa que terminou em primeiro lugar na zona norte.

As duas equipas encontram-se a Norte, com a AD Sanjoanense a vencer por 5-1 e a empatar nas Goladas a quatro bolas.

Quatro de final a 19 de junho


16.00h AD Sanjoanense x HC Braga

18.00h SL Benfica x SC Tomar

20.00 UD Oliveirense x AD Oeiras

22.00h Sporting CP x FC Porto


Comunicado da Juventude de Viana sobre os adiamentos e viagens à Ilha do Pico

 



INFORMAÇÃO AOS SÓCIOS E ADEPTOS 

Situação da deslocação da AJ Viana à Ilha do Pico e desenvolvimento do processo competitivo

A Associação Juventude de Viana vem, por este meio, prestar os devidos esclarecimentos, de forma objetiva e cronológica, sobre todos os acontecimentos relacionados com a deslocação da equipa sénior à Ilha do Pico e com os sucessivos adiamentos da 2.ª mão da Final do Campeonato Nacional da II Divisão.

1. Deslocação inicial e falha imputável à SATA

A equipa partiu de Viana do Castelo na sexta-feira, dia 29 de maio, conforme planeado. A chegada à Ilha do Pico ocorreu no sábado, dia 30 de maio; contudo, toda a bagagem — incluindo o equipamento desportivo — não seguiu na aeronave, não obstante ter sido devidamente despachada em Lisboa.

A AJ Viana diligenciou imediatamente junto da SATA no sentido de garantir o envio das malas no voo da tarde desse mesmo sábado, sem êxito. No domingo, dia 31 de maio, a equipa deslocou-se novamente ao aeroporto, na expectativa de que o equipamento chegasse no voo da manha e dessa forma fosse possível realizar o jogo no domingo. Tal não se verificou, tendo a SATA informado que não havia qualquer previsão para a entrega da bagagem (que a mesma deveria ser enviada nos próximos dias, mas até poderia ser despachada por barco).

Perante a impossibilidade material de competir, e após contacto com o Candelária Sport Clube e com a Federação Portuguesa de Patinagem (FPP), esta decidiu adiar o jogo.

2. Condições objetivamente impossíveis para a permanência no Pico

Importa sublinhar que os atletas da AJ Viana não exercem a modalidade em regime profissional, ao contrário dos do Candelária SC. Uma permanência prolongada na ilha, sem equipamento e sem perspetiva de regresso imediato, implicaria prejuízos profissionais irreversíveis para os atletas envolvidos.

A SATA informou que caso não viajássemos nos voos previstos (no domingo ao final do dia) não tinha disponibilidade de voos de regresso, garantindo apenas:

• 2 lugares no dia 4 de junho;

• 2 lugares no dia 5 de junho;

• 4 lugares no dia 7 de junho.

Perante este cenário, a equipa ficaria retida durante vários dias em condições totalmente inaceitáveis, e mesmo assim não asseguravam o regresso de toda a comitiva (apenas 8 elementos regressavam ao continente até dia 07/06).

O nosso voo de regresso foi também cancelado e remarcado para segunda feira dia 1 de junho, dia esse que regressamos ao continente. Tendo a nossa bagagem chegado à ilha do pico no dia seguinte.

Acresce que a bagagem apenas foi por nós recebida, em Viana do Castelo, ao final do dia 4 de junho, impedindo qualquer possibilidade de treino até essa data.

A decisão de regressar a Portugal Continental não foi motivada por insuficiência financeira, mas antes por deliberação expressa da FPP, tendo em conta a ausência total de garantias por parte da SATA relativamente à bagagem e aos voos de regresso.

3. Processo de remarcação do encontro

Após análise pela FPP, foi determinado que o jogo teria obrigatoriamente de se realizar. A AJ Viana empreendeu de imediato as diligências necessárias para garantir a deslocação, verificando, porém, que a SATA não dispunha de disponibilidade para os fins de semana de 6–7 de junho nem de 13–14 de junho.

Na sexta-feira, dia 5 de junho, foi possível assegurar voos para os dias 19 e 20 de junho, tendo a AJ Viana comunicado à FPP a intenção de disputar o encontro no dia 20, ao início da tarde, por força do regresso estar previsto para o final desse mesmo dia.

O Candelária SC comunicou, no sábado dia 6 de junho, que não aceitava a realização do jogo à tarde, apenas à noite. A AJ Viana, ponderando as dificuldades profissionais dos seus atletas mas com o firme propósito de encerrar o processo, aceitou jogar no dia 19 de junho ao fim da tarde.

4. Nova reviravolta: pedido de adiamento por parte do Candelária SC

Quando tudo parecia definitivamente resolvido, o Candelária SC comunicou, no domingo passado, dia 7 de junho, que pretendia adiar o encontro para o início da próxima época, alegando já ter dispensado todos os atletas do plantel.

Na segunda-feira, dia 8 de junho, ao início da tarde, a AJ Viana transmitiu a sua concordância com a realização do jogo a 24 de outubro, iniciando de imediato a pesquisa de voos para essa data e procedendo ao cancelamento das reservas de 19 e 20 de junho.

Surpreendentemente, já no final da noite desse mesmo dia, o Candelária SC voltou a alterar a sua posição, comunicando que pretendia afinal realizar o jogo a 19 de junho — data para a qual a AJ Viana havia já libertado todas as reservas.

5. Considerações finais

A Associação Juventude de Viana, para além das dificuldades decorrentes de uma deslocação marcada por circunstâncias alheias à sua vontade, vê-se agora confrontada com uma sucessão de adiamentos, cancelamentos e tomadas de posição contraditórias que têm prejudicado gravemente a preparação da equipa e a normalidade do processo competitivo.

A AJ Viana reafirma, de forma inequívoca, o seu compromisso com a verdade desportiva, o respeito pelas instituições e a defesa da integridade da competição. Reserva, igualmente, o direito de apresentar os meios legais e disciplinares que entender adequados, caso tal se revele necessário.

A Direção,

Associação Juventude de Viana