10.04.2020

OC Barcelos vence HC Turquel

 


O OC Barcelos somou a segunda vitoria no campeonato, derrotando em casa o HC Turquel por expressivos 7-1, com 3-1 a favor dos minhotos ao intervalo.

Marcou primeiro o clube de Barcelos por Dário Gimenez aos 6', mas o Turquel chegou ao empate dez minutos volvidos por Tomás Moreira.

Jogado a bom ritmo, os barcelenses ganharam vantagem em tempo de descanso por Reinaldo Ventura de grande penalidade e Rafael Lourenço.

No segundo tempo, o HC Turquel arriscou, tendo o OC Barcelos aproveitado para cimentar a goleada com golos de Reinaldo Ventura, Dário Gimenez de livre direto e um bis de Miguel Rocha.

A formação do OC Barcelos após ter ganho fora diante o Famalicense e em casa o HC Turquel soma seis pontos, enquanto que a turma da Aldeia do Hóquei tem três, fruto do triunfo em casa diante o HC Braga.

Na terceira jornada, o OC Barcelos tem uma curta viagem para defrontar nas Goladas o HC Braga e o HC Turquel recebe o FC Porto.

 

10.03.2020

Benfica resolve jogo na segunda parte diante a Juventude de Viana

 



As boas indicações dadas pela Juventude de Viana na primeira jornada em Oliveira de Azeméis confirmaram-se no pavilhão Zé Natário diante o SL Benfica, apesar da derrota sofrida por 7-4.

Valeu ao Benfica a segunda parte, depois de ao intervalo se registar uma igualdade a duas bolas.

O Benfica foi surpreendido logo ao 3' com o golo de Gustavo Lima, mas aos 7' Diogo Rafael empatou.

Sempre jogado a grande velocidade, Jorge Correia e Pedro Henriques brilhavam com grandes intervenções, pelo que o marcador so voltou a sofrer alteração aos 14' por Edu Lamas, minutos depois de Remi Herman ter falhado uma grande penalidade

Aos 20' Francisco Silva fez o empate a duas bolas, resultado que fechou a primeira parte.

No segundo tempo, o Benfica entrou a pressionar e aos 3' Lucas Ordoñez colocou a equipa a vencer e o minhoto Miguel Vieira aos 6' elevou para 4-2.

Procurando corrigir a sua equipa, o treinador da Juventude de Viana pediu um tempo de desconto, conseguindo quebrar um pouco o ritmo forte do Benfica. 

A Juventude de Viana relançou o jogo quando aos 14' Remi Herman de livre direto a punir a decima falta do Benfica fez o 4-3 e viu aos 16' Lucas Ordoñez desperdiçar igual infração.

No minuto seguinte Carlos Nicolia fez o 5-3 e aos 19' Lucas Ordoñez aumentou para 6-3,

O sexto golo do Benfica foi apontado numa altura em que a Juventude de Viana jogava com menos um jogador depois do cartão azul mostrado a Remi Herman e o livre direto falhado por Carlos Nicolia.

Já nos últimos minutos o Benfica e a Juventude de Viana fizeram mais um golo por Miguel Vieira e Francisco Silva.

Na classificação o Benfica soma seis pontos, enquanto que a Juventude de Viana soma duas derrotas.

Para a próxima ronda a Juventude de Viana joga no reduto do Famalicense e o Benfica recebe o Sporting CP.

Apesar da derrota com o FC Porto, Famalicense deixa boa imagem.

 

Na ressaca da goleada sofrida na Luz diante o Benfica, o FC Porto recebeu o Famalicense e venceu a turma minhota por 6-4.

Valeu ao FC Porto a primeira parte onde de forma eficaz chegou ao intervalo a vencer por 5-1.

O marcador abriu logo aos 4' por Reinado Garcia, que aos 10 seria aumentado por Giulio Coco (2) e  Rafa Costa.

A equipa do Famalicense que nunca se remeteu a defender reduziu por Juan Lopez, mas perto do descanso Gonçalo Alves de livre direro fez o 5-1.

No segundo tempo, Gonçalo Alves aos 3' elevou para 6-1 na recarga a um livre direto por cartão azul mostrado a Gabi Silva.

Com uma vantagem confortável, o FC Porto abrandou e disso aproveitou o Famalicense para aos poucos encurtar a diferença, chegando ao 6-4 com dois golos de Rui Silva e um Juan Lopez.

Uma vitoria do FC Porto justa que foi bastante valorizada pela equipa do Famalicense que contrariou todas as estatísticas de goleada certa nesta visita ao Caixa Dragão.

Ao fim da segunda jornada o FC Porto somou a primeira vitoria, enquanto que o Famalicense averbou a segunda derrota.

Na próxima ronda, o FC Porto joga em Turquel e o Famalicense recebe os vizinhos minhotos da Juventude de Viana.

Foto: Sara Ferreira

Doença de Parkinson retira Paulo Rainha de Árbitro " Senti o apoio de amigos e colegas, mas de poucos nesta fase...".

 


Ao Hóquei Minhoto em exclusivo, Paulo Rainha que recentemente completou quarenta e três anos de idade, falou abertamente da sua carreira e claro da mágoa que tem em não poder continuar a apitar. O seu desejo era tentar estar presente no mundial da Argentina, mas a pandemia Covid 19 atrapalhou esse objetivo.

HM - Como é que decidiu ser arbitro de hóquei em patins? Alguém o influenciou? Alguma referência?


Hóquei em Patins foi sempre a modalidade que me apaixonou certamente por ser de Barcelos e esta cidade ser a catedral do hóquei. Nunca esteve no meu horizonte ser árbitro de hóquei em patins até que um dia estava na sede da Associação de Patinagem do Minho e reparei que estava aberto as inscrições para um curso de árbitros. Nesse momento comentei com o funcionário desta, Sr. Costa, que prontamente ele me disse que me ia inscrever. Precisava de um número mínimo de pessoas para abrir o curso. Posso assim dizer que no meu caso foi o Sr. Costa que me influenciou. Depois durante o curso a minha referência foi e será sempre o Joaquim Rego Lamela.



HM - Com que idade começou a arbitrar e quando é que chegou ao escalão maior?
Tirei o curso em 2004 e comecei logo a arbitrar. Lembro-me do primeiro jogo como se fosse hoje. Foi um jogo de infantis em Famalicão e arbitrei ao lado do José Manuel Silva. Estava nervoso apitando muito baixinho e poucas vezes.
Coincidências á parte o meu último jogo foi no mesmo pavilhão em Famalicão no jogo de 2ª Divisão entre o Famalicense e o Valongo este ano antes da pandemia interromper os campeonatos.
Cheguei ao escalão maior na época de 2006/2007 depois de ter ficado em 1º lugar do quadro B.


HM - A tua estreia a nível sénior foi quando?
Se não estou enganado a minha estreia foi um jogo da 3ª Divisão em Barcelinhos na época de 2006/2007.

 


 


HM - De todos os jogos realizados, qual foi o que o marcou pela positiva e também pela negativa?
Não posso enumerar algum jogo especificamente positivo ou negativo pois tive jogos em que estive bem e outros menos bem, mas também para que isso aconteça é necessário que todos os intervenientes do jogo ajudem positivamente. Logicamente se todos tiverem vontade que tudo corra bem tudo se torna mais fácil a nossa tarefa, mas temos de estar preparados para que o contrário aconteça. Mas posso dizer que os jogos que mais gosto tinha em arbitrar era dos miúdos.


 


HM - Quando lhe foi detetada a doença, tudo fez para continuar sendo que a decisão de terminar foi difícil? Sentiu o apoio dos seus colegas?
Sim, tudo fiz para continuar. Estive uma época parado para ter um diagnostico definitivo.
Nessa mesma época pedi ao Conselho Nacional de Arbitragem que me permitissem fazer de 3º árbitro para poder me manter inserido na modalidade. Foi difícil estar do lado de fora da pista de jogo, mas isso fez com que me desse mais força para voltar. Depois de diagnosticada doença de Parkinson na qual me afeta a mobilidade da perna direita em marcha lenta começou a recuperação tanto a nível físico como psicológico. A nível psicológico tive ao meu lado a minha família que foi incansável nomeadamente a minha esposa, filha e os meus pais que sempre acreditaram e conhecendo bem a minha personalidade nunca duvidaram do meu regresso. Dos colegas senti apoio, mas de poucos. Aqueles que podemos chamar de amigos sim tive sempre apoio. Quero também aproveitar para agradecer o apoio incansável e a confiança na minha pessoa, no meu valor proporcionando esta minha curta carreira sendo eles Rego Lamela, Agostinho Silva, Ricardo Oliveira, Aires Macedo, Dr. Fernando Graça, Prof. Luís Sénica, Fernando Claro, entre outros e que me desculpem aqueles por não pronunciar os nomes deles. Agradeço a todos.
Dar por terminada a carreira de árbitro e perante a situação, foi a decisão mais difícil desportivamente, mas foi a decisão mais
sensata pois tinha noção que devido à minha condição física estava mais suscetível ao erro que acabou por não acontecer nesta última época. Penso que poderia estar mais uma época ao mais alto nível, mas decidi parar pena foi a pandemia ter terminado a meio da época.


HM - Saindo agora, como vê a arbitragem nacional? Muitos consideram que os árbitros portugueses são dos melhores, mas por exemplo no último mundial a escolha não foi essa.

 


 


A arbitragem nacional está no bom caminho temos um leque de muitos bons árbitros embora o quadro esteja um pouco envelhecido. Jovens árbitros estão a surgir ao mais alto nível. Em relação ás competições mundiais de seleções é muito complicado para os árbitros portugueses porque temos a seleção portuguesa quase sempre nas finais e normalmente vai 3 a 4 árbitros de cada país a cada evento.


HM - A nível de árbitros do Minho, o futuro está garantido com os jovens Carlos Correia e Pedro Figueiredo?
Sim, a nível de árbitros do Minho o futuro está garantido não só a estes dois excelentes árbitros. Temos também o Fernando Vasconcelos com um futuro muito promissor e não descurando os outros árbitros do Minho que com a continuidade do trabalho feito pelos formadores Florindo Cardoso e Rui Torres também vão estar ao mais alto nível. Agora para se chegar a um nível elevado é preciso muita dedicação, estudo e disponibilidade.

 


 


HM - Sabe que ficará sempre ligado ao famoso jogo entre o Sporting CP e o Benfica em que foi anulado um golo ao Benfica nos últimos segundos que lhe retirou um título nacional?
Nessa época foi difícil enfrentar a critica?
Sim, foi difícil lidar com toda essa situação, mas somos preparados psicologicamente para este tipo de situações. Agindo de consciência tranquilo, com total imparcialidade e dando o nosso melhor tudo se torna mais fácil de ultrapassar este tipo de situações.


HM - Muitas vezes foi criticado por ser natural do Minho e de Barcelos e de apitar as equipas
do Minho. Como viveu essas críticas? Como encarou os jogos das equipas do Minho?
É natural que os adeptos façam esse tipo de críticas, mas têm de percebe que os árbitros, falando no meu caso, eu sou da região do Minho e natural Barcelos e não do Minho e do Barcelos, ou seja, era árbitro internacional ao serviço da Federação Patinagem de Portugal.


HM - Fez dupla com vários colegas? Alguém em especial que o marcou?
Sim, fiz dupla com muitos colegas. Cada um marcou à sua maneira. Aprendi muito com todos, fazendo dupla mais assídua com Rego Lamela, José Monteiro, Joaquim Pinto, Rui Torres, José Manuel Silva entre outros consegui aprender com o que cada um tinha de melhor para ensinar e oferecer.


HM - Algo que não fez pela modalidade e que o deixa triste por não realizar?
Penso que nestes 16 anos de carreira com árbitro fiz tudo pela modalidade dando tudo que me foi possível dar. Agora tenho este projeto pela frente, penso que vou ser útil para que a arbitragem continue a ser melhor.

HM - Vai continuar ligado ao Hóquei em patins onde recentemente foi eleito Diretor Arbitragem hóquei em patins e hóquei em linha e responsável pelos árbitros e nomeações.Porque razão esta opção de se manter no Hóquei em Patins?


Sim vou continuar ligado a modalidades nestas funções. A razão é simples!! Gosto do Hóquei em Patins e do mundo da Arbitragem e ao longo destes anos adquiri experiência e conhecimento para poder desempenhar estas funções. Este é um conselho novo, com pessoas novas, com novas ideias e temos um compromisso de 4 anos para implementar as nossas ideias.


HM - Por fim quer dizer algo a quem está a apitar nesta fase complicada perante a pandemiaCovid 19? Uma palavra para os dirigentes, atletas e árbitros.
Nesta faz e muito difícil para todos que gostamos desta modalidade, tanto os árbitros como todos os intervenientes do jogo que tenham cuidado, se protejam e que cumprem com as indicações da DGS para que o mais rápido possível se possa levar adeptos aos pavilhões. É num ambiente de pavilhão cheio que todos querem assistir a um jogo e fazer parte dele.


Aproveito por último agradecer ao Hóquei Minhoto, na sua pessoa Miguel Bastos, por esta oportunidade e para dar os parabéns do excelente trabalho e dedicação em prol da modalidade. É deste tipo de divulgação que é necessário para elevarmos esta modalidade ao
mais alto nível.
Obrigado e até já.

O Hóquei Minhoto agradece a oportunidade de finalmente falar sobre a sua retira de árbitro de hóquei em patins e deseja-lhe as maiores felicidades pessoais e profissionais. 

Fotos: AL António Lopes

10.02.2020

HC Fão regressa em seniores com o seguinte plantel

 



O HC Fão vai participar no nacional da terceira divisão, zona norte, sendo uma das cinco equipas minhotas presentes na competição.

É um regresso em seniores num desafio lançado pela nova direção encabeçada por Rui Costa Branco que conta com o seguinte plantel ( ainda não fechado ), na sua grande maioria composto por ex atletas do clube fangueiro que estavam parados.

O treinador será Paulo Carreira que irá acumular as funções também de jogador e que tem como objetivo no campeonato dignificar o emblema minhoto.

A prova começa dia 18 de outubro com o HC Fão a medir forças, fora com o Fanzeres.

TIAGO PEREIRA GR

NUNO COSTA SUB 23 ADB CAMPO GR

" JUSTI " JUSTINIANO SILVA

JOÃO PEDRO PEREIRA

DUARTE SOARES

IVO VENTURA SUB 23 CD POVOA

RAFAEL CURTO

NUNO CARREIRA

PEDRO RIBEIRO

RUI MORAIS

PAULO CARREIRA - TREINADOR/ JOGADOR